quarta-feira, 3 de julho de 2013

História do Gokyu

[HISTÓRIA ] GOKYO

O Judô foi criado em 1882. Somente em 1895 o Gokyo foi criado com golpes sugeridos por Sensei Kano com intuito de dar seqüência ao ensinamento do Judô.

O papel do Sensei Kano na criação do Gokyo foi de supervisão, pois a responsabilidade de tal criação era dos “Shiten-Ho”.

Shiten-Ho significa “Quatro Pilares”, quatro discípulos de Sensei Kano da escola de Judô “Kodokan” responsáveis pela criação das cinco séries de golpes.

Além da Kodokan, Sensei Kano possuía outra escola de Judô chamada “Kano Juku”, voltada para alunos de classe alta e estrangeiros.

Os quatro pilares são:

Tsunejiro Tomita
Ótimo lutador e organizador da Kodokan

Shiro Saigo
Conhecido como Sugata Sanshiro, ótimo lutador, criador do golpe Yama Arashi (Tempestade na Montanha), divulgador do Judô devido sua habilidade técnica e combates contra outras escolas e estilos de lutas marciais, o que lhe rendeu filmes, livros e até canções em sua homenagem. Saigo não participou da criação do Gokyo porque foi expulso da Kodokan devido seu comportamento.

Sakujiro Yokoyama
Divulgador do Judô devido sua habilidade técnica e combates contra outras escolas e estilos de lutas marciais.

Yoshikazu Yamashita
Grande conhecedor e inteligente como Sensei Kano.

Os estilos que serviram como base para criação do Gokyo partiram do Jiujutsu e foram:

Teijin-Shinyo-Ryu (Atemi-Waza, Katame-Waza)
Kito-Ryu (Nage-Waza)
Em 1920 ocorreu a revisão do Gokyo pelos “Shiten-Ho”. Sensei Kano já estava mal e nem como supervisor participou de tal atividade. O que prevaleceu nessa revisão não foi sua sugestão anterior e sim a preferência de seus discípulos.


[HISTÓRIA ] GOKYO

O Judô foi criado em 1882. Somente em 1895 o Gokyo foi criado com golpes sugeridos por Sensei Kano com intuito de dar seqüência ao ensinamento do Judô.

O papel do Sensei Kano na criação do Gokyo foi de supervisão, pois a responsabilidade de tal criação era dos “Shiten-Ho”.

Shiten-Ho significa “Quatro Pilares”, quatro discípulos de Sensei Kano da escola de Judô “Kodokan” responsáveis pela criação das cinco séries de golpes.

Além da Kodokan, Sensei Kano possuía outra escola de Judô chamada “Kano Juku”, voltada para alunos de classe alta e estrangeiros.

Os quatro pilares são:

Tsunejiro Tomita
Ótimo lutador e organizador da Kodokan

Shiro Saigo
Conhecido como Sugata Sanshiro, ótimo lutador, criador do golpe Yama Arashi (Tempestade na Montanha), divulgador do Judô devido sua habilidade técnica e combates contra outras escolas e estilos de lutas marciais, o que lhe rendeu filmes, livros e até canções em sua homenagem. Saigo não participou da criação do Gokyo porque foi expulso da Kodokan devido seu comportamento.

Sakujiro Yokoyama
Divulgador do Judô devido sua habilidade técnica e combates contra outras escolas e estilos de lutas marciais.

Yoshikazu Yamashita
Grande conhecedor e inteligente como Sensei Kano.

Os estilos que serviram como base para criação do Gokyo partiram do Jiujutsu e foram:

Teijin-Shinyo-Ryu (Atemi-Waza, Katame-Waza)
Kito-Ryu (Nage-Waza)
Em 1920 ocorreu a revisão do Gokyo pelos “Shiten-Ho”. Sensei Kano já estava mal e nem como supervisor participou de tal atividade. O que prevaleceu nessa revisão não foi sua sugestão anterior e sim a preferência de seus discípulos.


sexta-feira, 28 de junho de 2013

 CURSO DE DEFESA PESSOAL PARA MULHERES    

           
             EM BREVE
Defesa pessoal
Curso de defesa pessoal intensivo (feminino) em 30 dias; Incluindo apostila e diploma. 
Local: associação dos moradores do conjunto João Saldanha (bangu 1).
Matriculas abertas.

Professores: Waldemar Aiva, Walbercy Aiva , Leandro Barbosa.

EQUIPE AIVA DE JUDÔ

sábado, 15 de junho de 2013

A FILOSOFIA DO JUDÔ

Princípios Filosóficos

A aquisição daquelas qualidades citadas anteriormente, tem como alicerce os três princípios filosóficos definidos por Jigoro kano que, como ditado por ele mesmo evidenciam a principal diferença entre o JUDÔ KODOKAN e o antigo Jujitsu : " o Judô pode ser resumido como a elevação de urna simples técnica a um principio de viver" (Jitsu = técnica; Do = princípio).
Filosofia do Judô
Esses princípios, mesmo não sendo conscientemente esclarecidos e compreendidos, estão presentes em todos os atos e atividades do praticante de judô. Por outro lado, quando o praticante tiver fixado e tomar consciência dos princípios que norteiam o judô, pode-se verificar que não são restritos ao Dojô, mas são igualmente válidos em qualquer atividade da vida diária, quando se pretende atingir um determinado objetivo.

Os três princípios do judô são :

JU = suavidade 
SEIRYOKU-ZEN-YO = máxima eficiência com mínimo esforço 
JITA-KYOEI = bem estar e benefícios mútuos
O princípio da máxima eficiência é aplicado à elevação ou à perfeição do espírito e do corpo na ciência do ataque e da defesa, exige primeiramente ordem e harmonia de todos os membros de uma coletividade e isto pode ser atingido com o auxílio e as concessões entre si para atingir a prosperidade e os benefícios mútuos.
O espírito final do judô, por conseguinte, é de incutir no íntimo do homem o respeito pelos princípios da máxima eficiência, da prosperidade e benefícios mútuos e da suavidade, para poder atingir, individualmente e coletivamente seus estados mais elevados e ao mesmo tempo mais desenvolvidos na arte de ataque e defesa.
O professor Kano afirma o seguinte: "Ainda que eu considere o Judô dualisticamente, a prosperidade e benefícios mútuos pode ser vista como sua finalidade última e a máxima eficiência como meio para atingir esse fim. Essas doutrinas são aplicáveis a todas as condutas do ser humano".
Fonte: www.fpj.com.br
PORTAL SÃO FRANCISCO
Por andrez bernardo
JUDÔ NO MMA!

domingo, 29 de janeiro de 2012

"O que é ser um kodansha?"

Emeri Pacheco Mota Junior

Quando iniciei o treinamento de Judô, nos idos 1970, tinha a idéia de que o faixa-preta de artes marciais era o expoente máximo de sua arte, invencível em uma luta, conhecedor de técnicas infalíveis e secretas, homem a ser temido e admirado.
Naquela época era possível contar nos dedos das mãos os faixas-pretas de Judô, pessoas às quais tinha todo o respeito e consideração, não só pela qualidade de iniciante que éramos, mas, principalmente, pela postura e comportamento ético que visualizava naqueles professores, preocupados não somente em nos tornar campeões, mas também em transmitir os valores maiores das artes marciais.
Após algum tempo de treinamento, acentuado o interesse pelo Judô e por outras artes marciais que cheguei a praticar, busquei ler e pesquisar sobre o assunto, oportunidade em que descobri que existia alguma coisa além da famosa faixa-preta.
Descobri que a faixa-preta não era o destino final do praticante de Judô. Ao chegar nesse estágio, o praticante ainda necessitava evoluir e essa evolução não se referia somente a realizar as técnicas da arte com cada vez mais proficiência. Essa maturação que o praticante da arte haveria de passar, tinha como pressuposto a necessidade de uma evolução integral, cumprindo um processo em direção aos melhores objetivos almejados pelo nosso Mestre Jigoro Kano.
Descobri que existiam os Dans e que após o quinto Dan, o praticante passaria a envergar na sua cintura uma faixa de cor diferente, primeiramente vermelha e branca, e depois toda vermelha, passando a ser denominado então de Kodansha – O Representante do Kodokan.
Naquela época, na minha ingenuidade de iniciante, entendi que esse sim seria o lutador verdadeiramente invencível. Aquele que chegou ao ápice do conhecimento do Judô, detentor de toda técnica do seu estilo de luta, o verdadeiro mestre.
E os anos foram passando, de forma que somente em 1982, na Academia Nacional de Polícia, em Brasília, como aluno do Curso de Formação Profissional, tive a satisfação de conhecer um kodansha pela primeira vez, o Sensei Gunji Matsuushi, tendo a honra de ser seu aluno.
Daquele momento em diante, tive a oportunidade de conhecer muitos outros kodanshas através de cursos e treinamentos que participei, podendo citar os senseis Suga, Suganuma, Odair Borges, Matsuda, Shiozawa, Miura e, em especial, Massao e Luiz Shinohara, tendo por estes últimos especial carinho em considerando a atenção e cordialidade que sempre nos foram dispensadas durante os treinamentos que realizamos na Academia da Vila Sônia. De forma igualmente destacada, não poderia deixar de citar o sensei Takashi Haguihara, pela convivência, amizade e ensinamentos que recebemos constantemente.
Hoje passados quase quarenta anos desde que coloquei os pés pela primeira vez em um dojô, muitos conceitos foram evoluindo e se transformando ao longo desse tempo. Como citado, conviví com vários kodanshas e o que mais ficou marcado nesses relacionamentos, a despeito do que seria inicialmente esperado, não foi o aspecto técnico desses professores, mas, sim, a postura e o comportamento ético e profissional que sempre identifiquei como o diferencial em cada um deles.
No ano passado fui agraciado com a graduação de 6º Dan em Judô, conforme indicação da Comissão de Grau da LJDFE, o que me trouxe alegria e satisfação, recebendo essa comenda como reconhecimento pelos esforços despendidos em prol da nossa nobre arte, entretanto, senti no íntimo o grau da maior responsabilidade que assumi daqui para frente. O conceito do lutador invencível, conhecedor de todas as técnicas foi há muito por água abaixo. Verifiquei naquele momento que muito ainda tenho que aprender e evoluir, e que, felizmente, não cheguei ao fim da jornada.
O aprendizado contínuo tem mostrado que um kodansha deve ser sinônimo de equilíbrio, um dos fundamentos maiores da nossa arte, o qual deve ser utilizado não somente no ambiente do dojô, mas em todas as situações em que seja necessário, principalmente no relacionamento com nossos semelhantes.
Um kodansha deve não somente aparentar, mas desenvolver de forma sincera um comportamento ético, moral e profissional adequado à posição que ocupa.
Exemplificando, tomamos a liberdade de transcrever alguns trechos de um artigo de autoria do professor Osvaldo Ichikawa (SP), kodansha, 8º Dan:
“Um Kodansha deve ser respeitado pelo que ele é e pelo que ele
representa em qualquer situação, seja discursando, dando aulas,
cursos, palestras ou simplesmente assistindo uma competição.”
“Nós difusores do Judô não podemos deixar que valores fundamentais
como respeito, humildade e hierarquia entre outros se percam.”
“É imperdoável que um kodansha não saiba o significado
do termo “Shihan”. Quando falamos em kodanshas,
logo vem a idéia de pessoas com alto grau de conhecimento
dentro do judô, mas, às vezes, não é isso que acontece.”
Hoje tenho a firme convicção que para ser um kodansha o judoca deve, dentre outros atributos, possuir um alto grau de conhecimento da arte, mas, antes de tudo, ter humildade para continuar seu aprendizado; apresentar comportamentos ético, moral e profissional ilibados; além do compromisso diário com a difusão e ensino do Judô, repassando os fundamentos formativos da nossa arte, tornando-se exemplo de valor para aqueles que o sucederão.
Exemplificando, acredito que todos considerariam execrável o comportamento de um atleta derrotado de forma limpa e honesta no shiaijo, que fosse tirar satisfações com o atleta vitorioso fora do ginásio da competição, apenas por inconformismo pessoal com o resultado.
O que se falar, então, se esse comportamento fosse advindo de um kodansha?
Emeri Pacheco Mota JuniorVice-Presidente da LJDFE
Kodansha - 6º Dan

FONTE: http://www.judobrasil.com.br/2008/divulg194.htm



sampaio dojô